PF deflagra 6ª fase de operação contra grupo que ocultou R$ 776,9 milhões
A Polícia Federal deflagrou a 6ª fase da Operação Compliance Zero em 14 de maio de 2026, com prisões e busca e apreensão. A ação mira uma organização acusada de intimidar, invadir sistemas e ocultar R$ 776,9 milhões. A investigação identificou dois núcleos, "A Turma" e "Os Meninos", com hackers e policiais envolvidos.
Análise por eixo
Apontado como benefício
A Justiça mandou bloquear contas e sequestrar bens para garantir que o dinheiro supostamente desviado seja ressarcido, como informou a Revista Oeste. Essa medida mira a estrutura financeira do grupo. O Poder360 anotou que a identificação de repasses e fluxos financeiros, com diálogos que citam R$ 400 mil e pagamentos de até R$ 800 mil, abriu caminho para novas diligências.
Apontado como prejuízo
Henrique Vorcaro é acusado de esconder R$ 776,9 milhões depois da liquidação do Banco Master, o que pode trazer um prejuízo grande para investidores e credores, segundo a Revista Oeste. A BBC Brasil e o Poder360 também destacaram contratos e pagamentos altos, como um contrato de cerca de R$ 129 milhões ligado ao caso. Isso mostra que as transações financeiras do banco podem ter comprometido relações privadas.
Fontes citadas neste eixo
- Revista Oeste
- Poder360
- BBC Brasil
Apontado como benefício
A deflagração da sexta fase da Compliance Zero mostra que há um esforço conjunto da Justiça e da Polícia Federal para desarticular grupos criminosos. O ministro André Mendonça, do Supremo, referendou os mandados de prisão e busca, o que indica uma resposta coordenada das instituições, segundo o Poder360. Essa atuação conjunta, que incluiu cooperação internacional e o afastamento de servidores, conforme noticiaram a Jovem Pan e o Poder360, demonstra que os mecanismos de controle e combate a crimes estão funcionando.
Apontado como prejuízo
A investigação revela uma "contaminação interna" preocupante nas instituições de segurança. A Polícia Federal, por exemplo, tem agentes e um perito sob investigação ou já afastados, como divulgaram o Poder360 e a Revista Oeste. A BBC Brasil noticiou que houve uma operação específica contra um perito suspeito de vazar informações. A CartaCapital ainda destaca a gravidade da situação ao apontar que a estrutura criminosa investigada tem ligações com milícias e bicheiros. Para a revista, a participação de policiais civis e federais no esquema mina a confiança da população nas instituições envolvidas.
Fontes citadas neste eixo
- Poder360
- Revista Oeste
- BBC Brasil
- CartaCapital
- Jovem Pan — Política
Apontado como benefício
Prisões e buscas são cruciais para frear a intimidação e a coação contra adversários e jornalistas, batem na tecla o Poder360 e a Jovem Pan. A Polícia Federal garante que essas medidas protegem os alvos e resguardam as provas. A Revista Oeste enfatiza que o material apreendido segue para a perícia. Isso, na visão deles, pode desvendar a rede de lavagem e diminuir a capacidade de ação do grupo.
Apontado como prejuízo
A CartaCapital aponta ligações da organização com milicianos e gente do jogo do bicho, um emaranhado que se traduziu em intimidações e monitoramento de rotinas. Isso afeta a segurança de várias pessoas e atinge a liberdade individual e a segurança pública, segundo a revista. A Oeste e o Poder360 repercutem mensagens atribuídas ao "Sicário", mostrando o uso de dados sigilosos e invasões para coagir pessoas. Esse tipo de ação, conforme esses veículos, só agrava o estrago social.
Fontes citadas neste eixo
- CartaCapital
- Revista Oeste
- Poder360
- Jovem Pan — Política
Fontes consultadas
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